terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Celebrar o Natal (sim ou não)?


Hoje o mundo Cristão comemora o nascimento de Jesus, este que "foi o acontecimento mais extra ordinário de todas as eras já vividas" - Rev. Cláudio Henrique (23/12/2012) - Deus, encarna em forma humana, o verbo que é, que era e que há de vir, o soberano, supremo e eterno Deus deixa sua glória e habita no meio de sua criação, cumprindo sua promessa feita a Adão de que enviaria um Messias, alguém capaz de pagar o preço exigido pela Sua própria justiça.


É bem verdade que mesmo os cristãos têm se esquecido do verdadeiro sentido do natal, muitos deles influenciados pela visão mercantil que tem sido grandemente divulgada pela mídia e comércio da atualidade. Papai Noel, árvores, presentes, comidas e bebidas têm desviado de muitos a atenção do mais importante de todos, não apenas por ser Ele o aniversariante, mais por ser o único e verdadeiro Salvador: Jesus!



Por outro lado há Cristãos que sequer se alegram, ou festejam o nascimento do  Reis dos Reis, dAquele que veio ao mundo para os salvar. O medo de se parecerem com aqueles que sem critério, se esquecendo do verdadeiro sentido do Natal, se envolvem em eventos dissolutos, que não glorificam a Deus, acabam se esquecendo de, assim como os anjos fizeram, glorificar a Deus pelo maior presentes de todos.



Natal significa nascimento, neste caso, o do maior de todos os homens, o para todo o sempre bendito Jesus! Se a cada ano nos alegramos por mais um ano de vida que nós e aqueles a quem amamos completam, o que dizer de louvar a Deus e se alegrar pelo aniversário de Seu precioso e único filho, Jesus, o Cristo?



Devemos louvar a Deus pelo cumprimento de Sua promessa, pela salvação que nos foi enviada, pela graça que nos foi concedida nEle, no menino que nasceu numa humilde manjedoura.



É notório também que esta disposição de glorificar a Deus, deve ser algo para todos os dias de nossa vida, afinal esta deve ser a razão de nossa existência, mas sob o pretexto de não se parecer com os ímpios que fazem do dia 25 de dezembro uma data essencialmente comercial,  muitos têm desvalorizado o que esta data representa.



Por isso tudo, neste dia 25 de dezembro de 2012, celebremos o nascimento de nosso Salvador, de nosso redentor, dAquele que veio ao mundo para pagar o preço pelos nossos pecados. Aquele que morreu por mim e por você, Aquele que ressuscitou ao terceiro dia, e que um dia voltará para nos buscar.



A Ele pois toda gloria, majestade, domínio, força e poder, hoje, dia 25 de Dezembro de 2012 e para todo o sempre, amém!



Feliz Natal!


quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O Senhor é Deus


O Deus a quem eu sirvo é o Deus que ouve as minhas orações e supri todas as minhas necessidades. Ele me não me trata segundo as minhas iniquidades, mas segundo a multidão de suas misericórdias. Ele me visita no dia da minha aflição e me cobre com suas bençãos de maneira que em meio às tribulações, posso descansar.

Por isto eu te bendirei eternamente. O Senhor ouve a minha voz, escuta o meu clamor e me livra de todos os meus medos.
Louvado e exaltado seja o Teu nome, Deus todo poderoso.

No dia de hoje, já pela manhã, o Senhor graciosamente atendeu a minha oração. Bom é confiar no Senhor, pois Ele, e só Ele, é Deus!

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Amor na criação (João 1:1-3)


João 1:1-3

1 - No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
2 - Ele estava no princípio com Deus.
3 - Todas as coisas foram feitas por intermédio dele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez.

O verbo é Jesus, Aquele que morreu na Cruz, Aquele que se entregou por AMOR de nós. Ele estava com Deus quando tudo foi criado, e Ele é Deus. Tudo que foi criado, foi criado por intermédio de Jesus, e sem Ele, nada do que existe, foi feito. Quando Deus disse fiat lux (haja luz), Jesus estava lá sendo instrumento para que Deus criasse as coisas. Quando Deus disse, façamos o homem à nossa imagem e semelhança, foi com Jesus com quem Deus falava.

O importante aqui é perceber que Jesus, na criação já sabia de todas as coisas que iriam acontecer, e mesmo assim resolveu nos criar, pois Ele desejava demonstrar por nós o quanto Ele nos ama. E este amor foi tremendamente demonstrado na Cruz. Jesus pagou o preço, sofreu a nossa morte, para que pudéssemos viver a Sua vida. Seu amor foi tão grande que deu a sua própria vida em nosso favor.

Aplicações: Há momentos em que situações tristes acontecem em nossas vidas, situações de perdas, de dores, de luto, de medo. Nestes momentos, lembre-se de que Deus, está com você, que Jesus nunca te deixará, e que Ele desde o princípio resolveu lhe criar para lhe amar, dando a Sua própria vida, em favor de você. Nestas horas difíceis, se apegue a Ele, pois Ele é amor!

Que Deus seja louvado por seu grande amor.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Carta a Evangélico que Faz Sexo com a Namorada - Por Augustus Nicdemus Lopes


Excelente texto extraído do site http://tempora-mores.blogspot.com.br/


“Jovens, eu vos escrevi, porque sois fortes, e a palavra de Deus permanece em vós, e tendes vencido o Maligno.” 1ª João 2:14b

Boa leitura!

Carta a Evangélico que Faz Sexo com a Namorada



[Os nomes foram trocados para proteger as pessoas. Embora algumas circunstâncias mencionadas na carta sejam totalmente fictícias, o caso é mais real do que se pensa...]

Meu caro Ricardo,

Ontem estive pregando em sua igreja e tive a oportunidade de rever João, nosso amigo comum. Não lhe encontrei. João me disse que você e a Raquel, sua namorada, tinham saído com a turma da mocidade para um acampamento no fim de semana e que só regressariam nessa segunda bem cedo.

Saí com o João para comer pizza após o culto e falamos sobre você. João abriu o coração. Ele está muito preocupado com você, desde que você disse a ele que tem ido com Raquel para motéis da cidade e às vezes até mesmo depois do culto de jovens no sábado à noite. Ele falou que já teve várias conversas com você mas que você tem argumentado defendendo o sexo antes do casamento como se fosse normal e que pretende casar com Raquel quando terminarem a faculdade.

Ele pediu minha ajuda, para que eu falasse com você, e me autorizou a mencionar nossa conversa na pizzaria. Relutei, pois acho que é o pastor de sua igreja que deve tratar desse assunto. Você e a Raquel, afinal, são membros comungantes dessa igreja e estão debaixo da orientação espiritual dela. Mas, João me disse que o pastor faz de conta que não sabe que essas coisas estão acontecendo na mocidade da igreja. Como sou amigo da sua família fazem muitos anos, desde que vocês freqüentaram minha igreja em São Paulo, resolvi, então, escrever para você sobre esse assunto, tendo como base os argumentos que você usou diante de João para justificar sua ida a motéis com a Raquel.

Se entendi direito, você argumenta que não há nada na Bíblia que proiba sexo antes do casamento. É verdade que não há uma passagem bíblica que diga "não farás sexo antes do casamento;" mas existem dezenas de outras que expressam essa verdade com outras palavras e de outras maneiras. Podemos começar com aquelas que pressupõem o casamento como sendo o procedimento padrão, legal e estabelecido por Deus para pessoas que desejam viver juntas (veja Mateus 9:15; 24:38; Lucas 12:36; 14:8; João 2:1-2; 1Coríntios 7:9,28,39), aquelas que abençoam o casamento (Hebreus 13:4) e aquelas que se referem ao divórcio - que é o término oficial do casamento - como algo que Deus aborrece (veja Malaquias 3:16; Mateus 5:31-32).

Podemos incluir ainda aquelas passagens contra os que proíbem o casamento (1Timóteo 4:3) e as outras que condenam o adultério, a fornicação e a prostituição (veja Mateus 5:28,32; 15:19; João 8:3; 1Coríntios 7:2; 6:9; Gálatas 5:19; Efésios 5:3-5; Colossenses 3:5; 1Tessalonicenses 4:3-5; 1Timóteo 1:10; Hebreus 13:4; Apocalipse 21:8; 22:15). Qual é o referencial que nos possibilita caracterizar esses comportamentos como desvios, impureza e pecado? O casamento, naturalmente. Adultério, prostituição e fornicação, embora tendo nuances diferentes, têm em comum o fato de que são relações sexuais praticadas fora do casamento. Se o casamento, que implica num compromisso formal e legal entre um homem e uma mulher, não fosse a situação normal onde o sexo pode ser desfrutado de maneira legítima, como se poderia caracterizar como desvio o adultério, a fornicação ou a prostituição? A Bíblia considera essas coisas como pecado e coloca os que praticam a impureza sexual e a imoralidade debaixo da condenação de Deus - a menos que se arrependam, é claro, e mudem de vida.

Você argumenta também que o casamento é uma conveniência humana e que muda de cultura para cultura. Bom, é certo que o casamento tem um caráter social, cultural e pessoal. Todavia, do ponto de vista bíblico, não se pode esquecer que foi Deus quem criou o homem e a mulher, que os juntou no jardim, e disse que seriam uma só carne, dando-lhes a responsabilidade de constituir família e dominar o mundo. O casamento é uma instituição divina a ser realizada pelas sociedades humanas. Embora as culturas sejam distintas, e os rituais e procedimentos dos casamentos sejam distintos, do ponto de vista bíblico o casamento implica em reconhecimento legal daquela união por quem de direito, trazendo implicações para a criação e tutela dos filhos, sustento da casa e também responsabilidades e conseqüências em caso de separação e repúdio. Quando duas pessoas resolvem ir morar juntas como se fossem casadas, essa decisão não faz delas pessoas casadas diante de Deus - mas (desculpe a franqueza), pessoas que estão vivendo em imoralidade sexual.

É verdade que a legislação de muitos países tem cada vez mais reconhecido as chamadas uniões estáveis. É uma triste constatação que o casamento está cada vez mais sendo desvalorizado na sociedade moderna ocidental. Todavia, esses movimentos no mundo e na cultura não são a bússola pela qual a Igreja determina seu norte - e sim a Palavra de Deus. Em muitas culturas a legislação tem sancionado coisas que estão em contradição com os valores bíblicos, como aborto, eutanásia, uniões homossexuais, uso de drogas, etc. A Igreja deve ter uma postura crítica da cultura, tendo como referencial a Palavra de Deus.

O João me disse ainda que você considera que o mais importante é o amor e a fidelidade, e que argumentou que tem muita gente casada mas infeliz e infiel para com o cônjuge. Ricardo, é um jogo perigoso tentar justificar um erro com outro. Gente casada que é infiel não serve de desculpas para quem quer viver com outra pessoa sem se casar com ela. Além do mais, como pode existir o conceito de fidelidade numa união que não tem caráter oficial nem legal, e que não teve juramentos solenes feitos diante de Deus e das autoridades constituídas? Mesmo que você e sua namorada façam uma "cerimônia" particular onde só vocês dois estão presentes e onde se casem a si mesmos diante de Deus - qual a validade disso? As promessas de fidelidade trocadas por pessoas não casadas têm tanto valor quanto um contrato de gaveta. Lembre inclusive que não é a Igreja que casa, e sim o Estado. Naqueles casamentos religiosos com efeito civil, o pastor ou padre está agindo com procuração do juiz.

Não posso deixar de mencionar aqui que na Bíblia o casamento é constantemente referido como uma aliança (veja Ezequiel 16:59-63). Deus é testemunha dessa aliança feita no casamento, a qual também é chamada de "aliança de nossos pais", uma referência ao caráter público da mesma (não deixe de ler Malaquias 2:10-16).

Não fiquei nem um pouco surpreso com seu outro argumento para fazer sexo com sua namorada, que foi "é importante conhecer bem a pessoa antes do casamento". Já ouvi esse argumento dezenas de vezes. E sempre o considerei uma burrice - mais uma vez, desculpe a franqueza. Em que sentido ter relações sexuais com sua namorada vai lhe dar um conhecimento dela que servirá para determinar se o casamento vai dar certo ou não? Embora o sexo seja uma parte muito importante do casamento, o que faz um casamento funcionar são os relacionamentos pessoais, a tolerância, a compreensão, a renúncia, o amor, a entrega, o compartilhar... você pode descobrir antes do casamento que sua namorada é muito boa de cama, mas não é o desempenho sexual de vocês que vai manter ou salvar seu casamento. Esse argumento parte de um equívoco fundamental com relação à natureza do casamento e no fim nada mais é que uma desculpa tola para comerem a sobremesa antes do almoço.

Agora, o pior argumento que ouvi do João foi que você disse "a graça de Deus tolera esse comportamento." Acho esse o pior argumento porque ele revela uma coisa séria em seu pensamento, que é tomar a graça de Deus como desculpa para um comportamento imoral. Esse sempre foi o argumento dos libertinos ao longo da história da igreja. O escritor bíblico Judas, irmão de Tiago, enfrentou os libertinos de sua época chamando-os de "homens ímpios, que transformam em libertinagem a graça de nosso Deus e negam o nosso único Soberano e Senhor, Jesus Cristo" (Judas 4). Esse é o caminho de Balaão "o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem coisas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição" (Apocalipse 2:14). É a doutrina da prostituta-profetisa Jezabel, que seduzia os cristão "a praticarem a prostituição e a comerem coisas sacrificadas aos ídolos" (Apocalipse 2:20) e a conhecer "as coisas profundas de Satanás" (Apocalipse 2:24).

Como seu amigo e pastor, permita-me exortá-lo a cair fora dessa maneira libertina de pensar, Ricardo, antes que sua consciência seja cauterizada pelo engano do pecado (Hebreus 3:13). Ainda há tempo para arrependimento e mudança de atitude. A abstinência sexual é o caminho de Deus para os solteiros, e esse estilo de vida é perfeitamente possível pelo poder do Espírito, ainda que aos olhos de outros seja a coisa mais careta e retrógrada que exista. Se você realmente pensa em casar com a Raquel e constituírem família, o melhor caminho é pararem agora de ter relações e aguardarem o dia do casamento. Vocês devem confessar a Deus o seu pecado e um ao outro, e seguir o caminho da abstinência, com a graça de Deus.

Estou à sua disposição para conversarmos pessoalmente. Traga a Raquel também. Estou orando por vocês.

Um grande abraço,Pr. Augustus

terça-feira, 20 de novembro de 2012

A alegria do crente é ultra-circunstancial - Rev. Hernandes Dias Lopes


Recebi esta bela e impactante mensagem em meu e-mail, eu a transcrevo aqui na certeza de que Deus poderá utilizá-la para lhe confortar neste momento em que você vive.

Boa Leitura!

A alegria do crente é ultra-circunstancial


Tiago, líder da igreja de Jerusalém, escreve para as doze tribos da dispersão, gente que estava vivendo no vale do sofrimento, perdendo seus bens e sua liberdade. Para esses crentes fuzilados pelos ventos da perseguição, Tiago traz uma palavra de encorajamento. Destacaremos, aqui, alguns pontos importantes: 

Em primeiro lugar, as provações na vida do crente são necessárias. Tiago escreveu: "Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações (Tg 1.2). Passar pelo vale da prova não significa ausência do amor de Deus. Ser provado não é falta de fé nem expressão de imaturidade espiritual. A prova é diferente da tentação. O inimigo nos tenta para nos enfraquecer; Deus nos prova para nos fortalecer. O inimigo nos tenta para nos derrubar; Deus nos prova para nos transformar. Um atleta só tem um desempenho notório quando se submete à disciplina das provas. Através das provas, Deus vai esculpindo em nós o caráter de Cristo. Por meio do sofrimento, Deus vai nos burilando e nos tornando semelhantes a Cristo, que aprendeu pelas coisas que sofreu.

Em segundo lugar, as provações na vida do crente são variadas. Tiago diz que os crentes passam não por poucas, mas por várias provações. Essa palavra significa "de diversas cores". Há provas amenas e provas severas. Há provas leves e provas pesadas. Há diversas tonalidades de provas. Para cada prova, entretanto, há uma graça especial de Deus que nos capacita a enfrentá-la. Deus não nos prova além de nossas forças. Com a prova, Deus provê também o livramento. As provas não são produto do acaso, mas têm sua gênese na soberana providência divina. Mesmo quando o diabo e suas hostes lançam seus dardos inflamados contra nós, Deus transforma essas situações em bênção para nós. Podemos afirmar, com uma convicção inabalável: "Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito" (Rm 8.28). 

Em terceiro lugar, as provações na vida do crente são passageiras. As provas vêm e vão, mas nós prosseguimos em nossa jornada rumo ao céu. Cruzamos desertos tórridos, descemos a vales escuros, escalamos montanhas íngremes e atravessamos pântanos perigosos, mas mesmo sangrando nossos pés nesse caminho estreito, marchamos resolutamente rumo à bem-aventurança eterna. Nós nos alegramos não por ficarmos nas provas, mas por passarmos por elas. 

Em quarto lugar, as provações na vida do crente são propositais. O projeto de Deus é nossa maturidade espiritual. A provação produz perseverança e a perseverança tem como objetivo sermos perfeitos e íntegros, em nada deficientes (Tg 1.3,4). Não há maturidade espiritual sem prova. Não há fortalecimento das musculaturas da nossa alma sem exercício. Somos provados para sermos aprovados. A fornalha das provações queimam apenas nossas amarras. Deus nos predestinou para sermos conformes à imagem do seu Filho e Deus está trabalhando em nós, transformando-nos de glória em glória, na imagem de Cristo. O cinzel de Deus é a prova. As provações tem como propósito nos desmamar das glórias deste mundo e colocar nossos olhos na recompensa eterna.

Em quinto lugar, as provações na vida do crente são enfrentadas com toda alegria. Não somos como os estoicos que acreditam num destino cego. Não vivemos debaixo do rolo compressor das circunstâncias ir remediáveis. Nossa vida é governada pelas mãos daquele que está assentado na sala de comando do universo e governa o mundo. Alegramo-nos não no sofrimento da prova, mas na convicção de que Deus está no controle de toda e qualquer situação e utilizará até mesmo a nossa dor para o nosso bem final. Afirmamos, portanto, com entusiasmo, que a alegria do crente é ultra-circunstancial.

Rev. Hernandes Dias Lopes

terça-feira, 13 de novembro de 2012

O meu Deus é o Deus vivo...

"Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir." Isaías 59:1

O Deus a quem eu sirvo, Ele houve e atende às minhas orações, Ele se compadece de mim, olha para mim com misericórdia, Ele me acalma, me fazendo perceber que Ele está no controle de minha vida e de todas as situações nas quais estou envolvido.

Nem sempre estas situações são agradáveis, nem sempre passo por ela com sorriso no rosto, muito pelo contrário, em muitas delas, a dor é tão tremenda que chego a chorar.

Mas não há como negar, que em todas elas, Deus sempre esteve comigo. Ele é quem chega para mim e me fala:

Samuel, a minha mão, não está encolhida e nem surdo o meu ouvido para que não o possa ouvir. Por isso, meu filho, descanse em mim. Jesus, ainda completa, lembre-se de que eu não polpei a minha própria vida, antes me entreguei por amor de você.

Obrigado Jesus, por poder confiar no teu amor, fidelidade, bondade, graça e misericórdia.

Nestes momentos de dificuldade que Te louvar, e proclamar que o Deus a quem eu sirvo, é um Deus vivo!

Glórias a Ti, Jesus!

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Estamos em guerra

Numa guerra quem mais sofre não são as autoridades, os líderes ou mesmos os soldados, mas as crianças. 

Quem não se lembra da menina Kim Phuc,  vietnamita que foi fotografada nua, chorando, toda queimada, numa das mais épicas fotos de guerra já registradas. As crianças sofrem com a perda de seus lares, seus sonhos, suas vidas, sua esperança, sua infância. Esta é a dura realidade da guerra.

No Brasil não há guerra como a que houve no Vietnã, ou mesmo como a que ocorre agora na Síria, embora o trânsito, o tráfico de drogas, a corrupção, a saúde e a segurança púbica nos imponha um ambiente de guerra. Mas no Brasil, neste exato momento, há uma guerra sendo travada. Esta guera a despeito de não apresentar claramente suas armas, têm de igual forma, destruído lares, sonhos, vidas e a infância de muitas crianças: A guerra contra a família.

Vivemos uma época de total perversão dos valores morais. Na atualidade vestido de um hipócrita "politicamente correto", vemos a família, a célula central de uma sociedade sadia, ser atacada. A família é indiscriminadamente atacada por todos os tipos de açoites: A liberação sexual, feminismo, homossexualidade, relativismo ético, entre outras filosofias que têm sido divulgadas e impregnadas nas mentes das pessoas como solução para caos em que a própria sociedade caminha.

O Casamento é apresentado como modelo falido por novelas, filmes, revistas, jornais, e outros tantos meios de mídia. As pessoas são levadas a torcer para que o mocinho, traia a sua esposa (neste caso sempre a vilã), com a mocinha bonita, de origem pobre, mas muito batalhadora. E com o mote de que o que importa é ser feliz, as pessoas, de maneira egoístas e egocêntricas, tomam suas decisões sem levar em consideração as consequências que isto trarão a elas mesmas, aos outros, e principalmente às crianças.

O golpe mais recente dado pela maior emissora de televisão de nosso Brasil, foi a clara apologia a bigamia ou poligamia. (Já escrevi em outros textos sobre o mal que a mídia tem feito a nós, e como ela nos manipula)

Mas voltando a guerra e suas consequências, vejo hoje nos rostos de algumas crianças a tristeza, e em suas atitudes o fruto de um processo de separação entre seus pais. Para mim, não há nada mais triste do que ver  o olhar desapontado, perdido e desesperançoso de uma criança que vê seus pais em processo de separação. Eu me lembro que aos 13 anos, quando os pais de um grande amigo meu se separaram, eu chorei como se fossem os meus pais que estivessem passando por aquele processo, pois comumente estava na casa dele, e tinha um respeito grande pelo seus pais.

É pura balela a falácia de que a criança, quando seus pais se casarem novamente ganharão mais um pai e uma mãe. Não foi assim que Deus determinou!!! A criança não precisa e não quer dois pais e duas mães, ela precisa de um pai e uma mãe que a ensine a servir a amar a Deus, lhe ensine a amar e respeitar o próximo, ela precisa de um lar ajustado, com um ambiente sadio, onde ela possa crescer segura. Os governantes, a sociedade, eu e você devemos lutar por isto.

Estamos em guerra, a família está em guerra, uma guerra silenciosa, mas que tem roubado de nossas crianças a sua infância. E assim, caminhando cambaleante, a sociedade vai se deteriorando, sem valores, sem referencial, sem norte.

Neste contexto de guerra, só nos resta ir para o combate, de posse das armas que temos, a Bíblia, palavra de Deus, lâmpada para os nossos pés e luz para o nosso caminho. De posse de uma cosmovisão bíblica, de posse de uma postura coerente entre o que cremos e fazemos, devemos nos lançar contra estes ataques, tentando influenciar este Brasil, e o mundo.

O silêncio nestas horas é tão maléfico quanto a ação daqueles que tem covardemente atacado à família.
Afinal alguém já disse sabiamente: "O que me preocupa não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons".

Que Deus nos ajude neste luta, pelo bem das nossas crianças, por uma sociedade menos doente e caótica, e principalmente para a glória do nome de Deus.

Persistence in the struggle - by Claudio Henrique Albuquerque

He knocked down the greatest boxer in the world…  and lost.  But that knockdown changed the history of cinema forever. On March 24, 1975, Ch...