terça-feira, 30 de agosto de 2011

Sou feliz com Jesus, meu Senhor!

O hino abaixo é um dos hinos mais lindos que já ouvi. Tanto a letra quanto sua quanto a melodia são um deleite para a nossa alma cançada das arduras desta vida.

A história deste hino é ainda mais impressionante, assim como Jó, seu autor conseguiu louvar a Deus mesmo em meio a dor extrema.

Senhor que eu não precise passar por situações como esta, mas se elas vierem que eu possa ser fiel como este teu servo foi. (Abaixo estão a letra e a história do seu autor)

Deus os abençoe.

Sou feliz

Se paz a mais doce me deres gozar
Se dor a mais forte sofrer, oh! Seja o que for,
Tu me fazes saber que feliz com Jesus sempre sou!

Sou feliz com Jesus, sou feliz com Jesus
Sou feliz com Jesus, meu Senhor!

Embora me assalte o cruel Satanás
E ataque com vis tentações;
Oh! certo eu estou, apesar de aflições,
Que feliz eu serei com Jesus!

Meu triste pecado por meu Salvador
Foi pago de um modo cabal;
Valeu-me o Senhor, oh! mercê sem igual
Sou Feliz! Graças dou a Jesus!

A vinda eu anseio do meu Salvador,
Em breve virá me levar
Ao céu onde vou para sempre morar
Com remidos na luz do Senhor.

Este hino foi escrito por Horatio Gates Spafford, americano que viveu entre os anos de 1828 e 1888.

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Advogado de formação, cristão, presbiteriano, fora alcaçado por Jesus quanto teve contato com Moody, um dos maiores avivalistas da história. Casou-se com Anna Spafford com quem teve 5 filhos.

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Em 1971, meses depois dele ter feito pesados investimentos imobiliários na cidade de Chicago, a mesma foi atingida por um grande incêncio que destruiu totalmente os imóveis nos quais ele havia investido.

Além do forte abalo financeiro, Spafford sofreria mais um duro golpe, a dolorosa perda de seu filho. Esta que trouxe grande sofrimento dor à toda a família.

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O piedoso advogado, procurando um tempo de refrigério e descanso, resolveu viajar com sua esposa e suas 4 filhas para a Europa, onde se encontraria com Moody e Sankey em uma cruzada evangelistica na Inglaterra, em 1873.

Em novembro daquele ano, devido a inesperados compromissos de negócios, Spafford precisou permanecer em Chicago; mas ele enviou sua esposa e as suas 4 filhas conforme já estava programado no navio S.S. Ville du Havre. Sua expectativa era seguir viagem dias depois.

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No dia 22 de novembro de 1873, o navio sofreu um acidente e naufragou em 12 minutos. Dias depois, os sobreviventes finalmente chegaram em Cardiff, no Pais de Galles, e a senhora Spafford mandou um telegrama ao seu marido:"SALVA, PORÉM SÓ". As 4 filhas morreram naquele naufrágio.

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Imediatamente após receber o telegrama da esposa, Spafford tomou um navio e foi ao encontro de sua esposa. Spafford escreveu a letra deste hino quando outro navio, que o transportava para a Inglaterra, chegou perto do local da tragédia.

Spafford escreveu a letra deste hino. Spafford profundamente comovido e sustentado pelo Deus que inspira canções nas noites escuras, começou a escrever: "Se paz a mais doce me deres gozar...”

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Por favor, me dê um real de evangelho

Vivemos em tempos de superficialidade. Nossas vidas hoje são tão profundas quanto uma poça de água retida em uma tampa de garrafa. Temos centenas de “amigos” no Facebook®, Google+®, Orkut® entre tantos outros sites de relacionamento, mas não conseguimos, muitas vezes abrir um diálogo com o nosso vizinho de porta, ou de condomínio, o máximo que fazemos, quando fazemos é dar um bom dia, boa tarde, boa noite, ou fazer um comentário sobre a chuva ou o trânsito, nos “eternos” minutos que passamos dentro do elevador.

Em relação à vida cristã esta superficialidade também pode ser notada, o fato é que nós cristãos, especialmente os brasileiros, temos vivido um evangelho também de superficilidade, um evangelho de conveniência, de relacionamento social, sem permitir que este evangelho adentre ou interfira em todas as áreas de nossas vidas. O resultado disto é que temos sido uma mistura fraca de areia com algumas pitadas de sal.

Perdemos o senso de peregrinos, perdemos a percepção que a nossa vida não se resume a este mundo. Falamos como cristãos, mas vivemos como se não fóssemos. Nos alegramos mais quando nossos filhos são aprovados no vestibular, ou se seam bem na escola, ou recebem uma promoção no trabalho, do que quando eles testemunham do amor de Cristo em suas vidas.

Lendo um estudo sobre os filipenses vi um texto transcrito do D. A. Carson:

“Eu gostaria de comprar mais ou menos três dólares de evangelho, por favor. Não muito – apenas o suficiente para me fazer feliz, mas não demais que eu fique dedicado. Eu não quero tanto evangelho que eu aprenda realmente odiar a cobiça e a luxúria. Certamente não quero tanto que começe a amar os meus inimigos, prezar a autonegação, e contemplar o serviço missionário em alguma cultura diferente. Eu quero êxtase, não arrependimento; transcedência, não transformação. Eu gostaria de ser querido por pessoas gentis, perdoadoras e de mente aberta, mas eu mesmo não quero amar aqueles de diferentes raças – especialmente se tiverem cheiro. Eu gostaria de evangelho o suficiente para fazer a minha família segura e meus filhos bem comportados, mas não tanto que eu descubra minhas ambições redirecionadas ou minhas doações por demais alargadas. Eu gostaria de levar três dólares de evangelho, por favor.”

A grande questão é: Você está disposto a sair da superficialidade do seu cristianismo de conviniência para viver ainda sob penalidades do mundo de maneira profundamente agradável a Deus?

Findo esta postagem com dois versículos que muito bem a resumem:

“E quem não toma a sua cruz, e não segue após mim, não é digno de mim.” Mateus 10:38
”E qualquer que não levar a sua cruz, e não vier após mim, não pode ser meu discípulo.” Lucas 14:27

Que Deus nos abençoe nos fazendo viver do modo digno da vocação a qual fomos chamados.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Mas como é grande o meu amor por você

A famosa música de Roberto Carlos fala de um amor de um homem por uma mulher, fala de um amor de uma pessoa que chega a ficar desesperado por conta da incapacidade de revelar o quanto a ama.
Mas o tema desta postagem, embora trate do amor de duas pessoas, não trata do amor de uma homem para uma mulher, mas do amor de um Deus para uma mocinha, minha filhinha Bia.
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Esta postatem trata do amor de um Deus que enviou seu filho para morrer em uma cruz, que derramou sua graça na vida dela desde antes dela nascer, de um Deus que fez e fará milagres em sua vida, de um Deus que transformará uma menina tímida em uma corajosa serva de Deus, missionária do evangelho, proclamadora da boas novas de Salvação.
Esta postagem foi escrita por um pai que sabe que, embora ame sua filhinha muito, o seu amor é infinitamente menor do que amor de Deus por ela, e que Ele, o Deus vivo e Verdadeiro, Todo Poderoso pode e vai cumprir nela os Seus propósitos, glorificando o Seu nome.
Bia fará uma cirurgia, e isto tem trazido medo ao meu coração, mas eu sei em quem tenho crido e estou bem certo de que Ele é poderoso para fazer tudo quanto Sua vontade desejar. E eu o louvarei hoje e sempre. O louvarei pelo que Ele fez e fará na vida de minha filhinha, porque antes de ser minha filha, ela é filha do Deus altíssimo. E o amor dEle por ela é algo inexplicável.
Que Deus lhe abençoe Bia, papai a ama muito, e ora, e clama e chora por sua vida, para que você cresça em estatura e graça, diante de Deus, e seja uma serva do nosso Senhor Jesus. Papai não poderá entrar com você na sala de cirurgia, mas o Deus a quem servimos, que lhe ama mais do que papai estará lá com você!
Segue abaixo a adaptação da música, como se o próprio Deus estivesse cantando para falar do seu amor por nós.
Eu tenho tanto pra lhe falar
Mas você não vai me entender
Pois é tão grande o meu amor por você
E só a cruz pra revelar
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor por você
Nem mesmo o céu, nem as estrelas
Nem mesmo o mar e até a luz
Não é maior que o amor mostrado
Lá na cruz
Se o desespero lhe atacar
Basta a você confiar
Pois é tão grande o meu amor por você
Nunca se esqueça, nem um segundo
Que mandei Meu filho a este mundo
Pois é tão grande o meu amor por você
Mas como é grande o meu amor por você!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Você confia em mim?

No Salmo 43:5 o salmista pergunta a sua alma: Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu.

Você está se sentindo abatido, derrotado, envergonhado, triste, desanimado? As ondas da crise tem varrido os pilares sobre os quais você se sustentava, o desemprego, a incerteza, a dor, a perda, a doença e até a morte tem lhe corroído os pensamentos? Suas lágrimas têm lhe alimentado dia e noite, e você chega ao ponto de dizer não aguento mais?

Tendo passado por muitos momentos como estes nos últimos tempos, a pergunta que aprendi a escutar de Deus é: Você confia em mim?

E responder sim a esta pergunta, faz toda a diferença. Na realidade não apenas responder, mas viver as situações de forma que minhas ações e reações estejam dizendo a Deus, sim Senhor, eu confio.

Confesso que não foi, não é e nunca será fácil, passar pelos problemas tendo como motivo de alegria, por saber que a provação é um instrumento de Deus para forjar em nós o carácter de Cristo, contudo posso lhes afirmar, que estou louvando a Deus na tempestade. (como diz a música de PG)


E eu creio, como disse o Salmista à sua própria alma, espera, aguarda, pois você ainda O louvará!

Senhor, eu confio em Ti, só em Ti e sei que hás de fazer infinitamente mais do que tudo quanto tenho te pedido e desejado.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Papai o que o senhor quer de presente?


Esta foi a pergunta que ouvi do meu filho Gabriel de 4 anos, ontem à noite. Na hora, pensei em dizer um perfume, talvez um sinto, talvez um tenis, ou quem sabe um IPAD, ou ainda uma IPHONE.

O fato é que durante poucos segundos, minha mente vagou sobre os maiores alvos do nosso atual desejo de consumo (Eletrônicos, Ferramentas, Jogos, Carros).

Depois deste breve período de devaneio, recordei a conciência e vi que não preciso de nenhuma destas coisas para ser feliz.

O fato é que nos segundos seguintes, enquanto a paciência do meu filho ainda existia, fiquei pensando não no presente que gostaria de ganhar, mas no que me faria feliz.

Neste momento, me lembrei de um texto bíblico, 3ª João 1:4 que diz: “Não tenho maior alegria do que esta, a de ouvir que meus filhos andam na verdade.”

Disse-lhe com calma e de maneira explicada que queria um cheiro e uma abraço bem forte, disse-lhe que gostaria de vê-lo crescendo, aprendendo a servir e amar a Deus.

Meus olhos se encheram de lágrimas ao ouvir dele: Papai, quando eu crescer, quero ser um missionário! Eu lhe expliquei que isto seria algo que muito me alegraria, e disse que ele já poderia ser, falando do amor de Cristo aos seus colegas no colégio e no Judô.

Ele finalizou, dizendo: Papai, eu posso falar que Cristo morreu na cruz no nosso lugar, não é?


Senhor Jesus, dá que meus filhos sejam Teus servos, fiés, me capacita a ensiná-los a Te amarem e Te servirem. Que eu e minha esposa, estejamos a cada dia sendo facilitadores, cooperadores neste propósito, servindo-lhes de exemplo, para que, quando eles estiverem grandes, Te amem e sirvam, pois como disse o apóstolo João, esta será a minha maior alegria, este é o presente que eu quero ganhar.

Que Deus atenda ao clamor deste pai, e seja sempre Louvado!


Leia o texto do link que fala sobre o passeio socrático. (http://samuellyra.blogspot.com/2011/08/passeio-socratico-por-frei-betto.html).

PASSEIO SOCRÁTICO - Por Frei Betto

Excelente texto extraído do blog http://pospensador.blogspot.com (blog mantido por Aderval Mendonça) Este texto fala um pouco sobre o consumismo e os valores que temos adotado consciente ou inconscientemente.








Passei Socrático


Frei Betto


Ao viajar pelo Oriente mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos e em paz nos seus mantos cor de açafrão.


Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir: 'Qual dos dois modelo produz felicidade?'


Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei: 'Não foi à aula?' Ela respondeu: 'Não, tenho aula à tarde'. Comemorei: 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'. 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...'.


'Que tanta coisa?', perguntei. 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada. Fiquei pensando: 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'

Estamos construindo super-homens e super-mulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. 
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias! Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.


Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?


Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual.. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual. Somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. E somos também eticamente virtuais...

A palavra hoje é 'entretenimento'. Domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela. Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, calçar este tênis, ¬ usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba¬ precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose. 


O grande desafio é começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor. Aliás, para uma boa saúde mental, três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.


Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shoppings centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingo. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas... 
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do Mc Donald... 


Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático. Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: "Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz!"

Obrigado, Francisco!

Para refletir: "Como entramos neste mundo, assim também saímos, isto é, sem nada. Apesar de todo o nosso trabalho, não podemos levar nada desta vida." Eclesiastes 5:15

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Hoje não é dia dos pais…

Sabe, hoje não é dia dos pais, mas hoje eu me lembrei do senhor, pai!

Eu me lembrei de que embora o senhor esteja um pouco fragilizado pela idade e doença que o abate, o senhor continua sendo aquele ponto forte de fé e coragem que foi quando ainda podia me carregar nos braços.

Eu me lembrei que embora eu tenha crescido e amadurecido, o senhor continua sendo aquele a quem eu vejo grande, maior e mais sábio que eu, a quem recorro nos meus momentos de dúvidas.

Eu me lembrei que embora eu já ensine aos outros a amar a Deus, continuo aprendendo com o teu proceder como é viver na dependência de dEle.

Eu me lembrei que poucas vezes eu te disse o quanto eu o amo, e o quanto o senhor é importante para mim, embora através de suas ações o senhor tenha me dito isto todos os dias de minha vida.

Eu me lembrei agora, em meio às lágrimas, que em meio às lágrimas o senhor me corrigiu, me ensinado que o amor requer correção, me forjando o caráter, para que eu ficasse mais parecido com o senhor, e por conseguinte com Cristo.

É pai, hoje eu me lembrei de tudo isto, embora hoje não seja dia dos pais.

Pai, que Deus lhe abençoe e lhe conserve durante muito tempo ainda, pois eu desejo que assim como eu, meus filhos aprendam também com o senhor o que é ser e viver como servo de Jesus.
Natural de Gameleira-PE, Manacés Pessoa de Lyra, este é o homem a quem eu tenho orgulho de dizer: MEU AMADO PAI.

Louvado seja Jesus pelos pais que Ele me deu!

O Meu Deus cumpre as suas promessas

Nenhuma, nenhuma só, nem a mais fácil, nem a mais difícil, nenhuma das promessas do Meu Deus jamais falhou! Ele cumpre tudo o que Ele diz. 

Quanto ao homem, este é como a onda que vai de um lado para o outro, que sua palavra é hoje, mas amanhã já não é.

Mas a palavra do Meu Deus é eterna, jamais falhou, tudo quanto promete, Ele cumpre, pois Ele é fiel à Sua Palavra.

E é por isso que eu posso descansar nEle, e confiar, e continuar tentando agir segundo o Seu propósito em minha vida, pois Ele é quem me guarda, me guia e abençoa.

A Ele, ao Meu Senhor e Salvador Bendito, Cristo Jesus, que foi morto, mas que Ressurgiu, que não olha para as minhas faltas, mas que me trata segundo a riqueza de Sua graça, glórias eternamente.

Amém!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Seis regras para jovens cristãos - Brownlow North

Excelente texto, embora o seu autor já tenha morrido há bastante tempo, considero estas regras muito aplicáveis em nossa época.

Boa leitura!
  1. Jamais despreze a oração diária. E, quando orar, lembre que Deus está presente ali, ouvindo suas orações  (Hebreus  11.6).
  2. Jamais menospreze a leitura diária das Escrituras. E,  quando  ler,  lembre  que  Deus  está  falando  a você;  portanto,  precisa  crer  e  agir  de  acordo com o que Ele diz. Acredito que toda apostasia começa  em  se  negligenciar  estas  duas  regras (João  5:39).
  3. Jamais passe um dia sem fazer algo para Jesus. Todas  as  noites,  medite  sobre  aquilo  que  Ele fez  por  você  e  pergunte  a  si  mesmo:  “O  que estou  fazendo  por  Ele?”  (Mateus  5:13-16).
  4. Se você está em dúvida acerca de algo ser correto ou  errado,  dirija-se  ao  seu  quarto,  dobre  seus joelhos  e  peça  a  bênção  de  Deus  sobre  aquilo (Colossenses  3:17).  Se  você  não  puder  fazê-lo, aquilo  é  algo  errado  (Romanos  16:23).
  5. Jamais  copie  seu  cristianismo  de  outros  cristãos ou  argumente  que  tal  pessoa  faz  isto  ou  aquilo e,  por  conseguinte,  você  também  pode  fazê-lo (2  Coríntios  10:12).  Pergunte  a  si  mesmo: “Como o Senhor Jesus agiria em meu lugar?” e esforce-se  para  segui-Lo  (João  10:27).
  6. Jamais creia naquilo que você sente, se contradiz a  Palavra  de  Deus.  Pergunte  a  si  mesmo:  “O que  eu  sinto  é  verdadeiro,  sendo  confirmado pela  Palavra  de  Deus?”  Se  ambos  não  podem ser  verdadeiros,  creia  em  Deus  e  acredite  que seu coração está mentindo (Romanos 3:4; 1 João 5:10-11).



Brownlow North (1741-1820), reverendo anglicano,
foi bispo de Winchester, Inglaterra.
 e é autor do livro: "The Rich Man and  Lazarus").

(Extraído da Revista Fé para Hoje)                                                                                        

Verdade para a “morte” ou mentira para a “vida”?

A mentira talvez este seja um dos pecados que menos aflija os crentes, embora seja um dos que mais cometamos, visto que APARENTEMENTE, não nos trará nenhuma conseqüência maléfica, muito pelo contrário, nos livrará de situações indesejadas e ruins.

E é interessante notar que o fato de mentirmos implica em que estamos previamente mentindo para nós mesmos, senão vejamos, pois quando mentimos para os outros estamos nos dizendo:

  • Deus não tem o melhor para mim, visto que exige de mim a verdade que me trará o mal, enquanto a mentira me safará desta situação inconveniente;
  • O pecado não é algo tão ruim;
  • Uma “mentirinha” não é pecado;
  • Isto não vai trazer conseqüências maiores e ainda mais danosas;
  • Eu me livrei desta bronca;

A mentira é um pecado que resulta de um coração que não confia que Deus pode nos livrar, se Ele assim o quiser. É fruto de um coração que teme aos homens em detrimento do temor a Deus. A mentira nos afasta de Deus, e nos faz sermos como Satanás, pois ele é o pai da mentira.

Talvez você esteja indagando, mas quem nunca contou uma mentira? Mas o que eu que quero clamar a sua atenção é que, no inferno haverá milhares de pessoas fazendo esta mesma pergunta.

O fato é que nas situações em que a possibilidade da mentira aparece, sempre aparece juntamente com ela a possibilidade da verdade. E, embora, a verdade pareça nos levar a conseqüências mortais, é a mentira que nos leva a morte. Certamente, “a verdade nos libertará”.

Por isso quando surgir uma situação em que a mentira lhe parecer a melhor saída, lembre-se de que é a verdade que liberta, é pela verdade que somos salvos, é na verdade que encontraremos segurança, fale, pois, sempre a verdade.

“Pelo que deixai a mentira, e falai a verdade cada um com o seu próximo, pois somos membros uns dos outros”. Efésios 4:25

“E não entrará nela coisa alguma impura, nem o que pratica abominação ou mentira; mas somente os que estão inscritos no livro da vida do Cordeiro”. Apocalipse 21:27

“Ficarão de fora os cães, os feiticeiros, os adúlteros, os homicidas, os idólatras, e todo o que ama e pratica a mentira”. Apocalipse 22:15